[FRASES] Livro A Playlist de Hayden - Michelle Falkoff

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Hey pessoas! Como estão? 
Hoje resolvi estrear algo que sempre quis ter aqui no blog, as frases e citações que mais gostei em um livro e para começar, escolhi A Playlist de Hayden. Já falei desse favorito por aqui, é o primeiro livro da autora Michelle Falkoff, e foi publicado pela editora Novo Conceito este ano em abril.


Uma das coisas que amei sobre este livro é que a história pode acontecer com qualquer um, sabe, quando estar no ensino médio não é uma das melhores coisas e ter que lidar com tudo que esta fase da adolescência/vida nos traz.

Sinopse: “Depois da morte de seu amigo, Sam parece um fantasma vagando pelos corredores da escola, o que não é muito diferente de antes. Ele sabe que tem que aceitar o que Hayden fez, mas se culpa pelo que aconteceu e não consegue mudar o que sente. Enquanto ouve música por música da lista deixada por Hayden, Sam tenta descobrir o que exatamente aconteceu naquela noite. E, quanto mais ele ouve e reflete sobre o passado, mais segredos descobre sobre seu amigo e sobre a vida que ele levava. A Playlist de Hayden é uma história inquietante sobre perda, raiva, superação e bullying. Acima de tudo, sobre encontrar esperança quando essa parte parece ser a mais difícil.”

A mãe de Hayden sempre pegava no pé dele por causa do quanto ele comia, e no natal era ainda pior. Bastava que Hayden olhasse para um segundo pedaço de torta para ela fazer uma careta e dizer: — Você reamente precisa disso, Hayden?Mas ele nunca argumentava com a mãe. Ele não era assim. Hayden fazia qualquer coisa para manter a paz. Aquela família jamais o mereceu. 
(Pág. 18)

Queria perguntar a ela se poderíamos nos encontrar antes, mas eu estava muito nervoso. Avanços sexuais embaraçosos eram mesmo demais para mim, já que eu não conseguia nem mesmo avanços embaraçosos no campo da amizade.
(Pág. 89)

Ela então sorriu, um imenso sorriso que fez com que a pedra em seu lábio brilhasse sob a luz pálida. Ela estava tão linda, e eu gostava do fato de sua beleza ser estranha, de não ser um dom que todos no mundo eram capazes de perceber. Isso a tornava especial. Pelo menos para mim, de qualquer forma. 
(Pág. 93)

— Você sabe que as coisas não seriam diferentes, — eu disse, mesmo assim entendia por que ela estava triste. Eu sentia o mesmo. Hayden chegara tão perto de algo real e teve isso tirado dele... Deve ter sido devastador. 
(Pág. 231)

— Você sabe, se você está convencida de que a culpa é sua, a Astrid pensa que a culpa é dela e eu acho que eu sou o culpado, talvez todos precisemos aceitar que nenhum de nós jamais estará cem por cento certo. Não acho que algum dia deixarei de me culpar pela parte que me cabe, mas de alguma maneira é mais fácil culpar a mim mesmo do que qualquer outra pessoa, e talvez algum dia seja possível que eu pegue um pouco mais leve comigo mesmo. Se nenhum de nós é cem por cento responsável, então é bem provável que nenhum de nós pudesse impedir o que aconteceu, mesmo sabendo que era isso que deveríamos ter tentado fazer. E provavelmente precisamos aceitar isso, assim como precisamos aceitar que o Hayden não vai voltar. 
(Págs. 265-266)

Foi ele quem deixou todos nós ali, tentando descobrir o que havia acontecido, impossibilitados de falar que sentíamos muito, para fazer a coisa certa. Eu jamais entenderia o quanto ele se sentiu ferido, confuso e desesperançado a ponto de decidir que não valia mais a pena tentar, e não estava irritado com ele por ele ter decidido fazer aquilo, mas jamais gostaria de sentir o mesmo. E também jamais gostaria de fazer outra pessoa se sentir assim.
(Pág. 277)

Se havia alguma coisa que eu aprendera com a playlist, é que ouvir as pessoas pode ser importante. Gosto de pensar que estou ficando melhor nisso.
(Pág. 283)


Devo dizer que amei ler este livro e que é importante sim saber o que a pessoa do seu lado gosta de ouvir porque você não conhece cem por cento alguém até ouvir o que ela gosta.

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